Conecte-se conosco

Notícias

Anthropic leva Claude às ruas e forma filas por café e bonés grátis

Published

on

Após um anúncio feito em seu perfil oficial no Instagram, o Claude, IA generativa da Anthropic, reuniu centenas de pessoas no quiosque do Air Mail, no bairro do West Village, em Nova York. Curiosos e entusiastas participaram do evento, que oferecia “café e bonés de pensar” gratuitos.

Na publicação feita na rede social, o Claude convidava: “Junte-se a nós amanhã, das 9h às 12h. Continue pensando”. O post rapidamente viralizou, e o resultado foi uma fila que se estendia por quarteirões. “Havia literalmente mais de 700 pessoas na fila para o pop-up do Claude esta manhã. Foi uma participação insana”, escreveu Jack Raines (@Jack_Raines), um dos visitantes da experiência nas redes sociais. Outro participantes, @ryanrsamii, comentou: “No West Village de Nova York esta manhã. Anúncios enormes de estilo de vida OpenAI. A 3 quarteirões de distância, fila com mais de 500 pessoas para um pop-up. Era da IA”.

A ação chamou atenção não apenas pela adesão espontânea, mas pelo que simboliza: um raro movimento de uma empresa de Inteligência Artificial (IA) em direção à rua, com um encontro físico em um momento em que a maioria das interações com a IA ocorre por meio de telas. “Uma campanha esteticamente icônica da Anthropic que me convenceu (e a vários outros!) a fazer fila no West Village em uma manhã de sábado”, escreveu @the_rakhtar. “Estamos vendo uma dicotomia se formar: queremos usar a IA para aprimorar o pensamento ou para minar ainda mais a nossa atenção?”

Marketing old school

Já @Martinoleary pontuou: “Quanto mais futurista for seu produto ou startup, mais old school seu marketing terá que parecer. É por isso que a Anthropic está construindo uma IA de última geração enquanto distribui chapéus em West Village como se fosse 1995”.

A Anthropic, fundada por ex-integrantes da OpenAI, tem se posicionado como uma alternativa mais ética e segura no mercado de IA. Seu principal produto, o Claude, é descrito como um assistente “treinado com IA Constitucional”, uma metodologia que busca garantir respostas mais alinhadas a princípios de segurança e precisão.

Ao levar o Claude para o mundo físico, a empresa parece querer humanizar sua tecnologia. Assim, consegue aproximar a marca do público e tornar tangível uma ferramenta essencialmente digital. Em tempos em que o entusiasmo em torno da IA é global, o sucesso da ação mostra que, mesmo na era dos algoritmos, conexões presenciais ainda têm um papel fundamental na construção de confiança e de curiosidade.

O post Anthropic leva Claude às ruas e forma filas por café e bonés grátis apareceu primeiro em Consumidor Moderno.


Continue Reading
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

− 1 = 1
Powered by MathCaptcha

Notícias

Lu, do Magalu, muda cor do cabelo em parceria com Koleston

Published

on

Lu, do Magalu, muda cor do cabelo em parceria com Koleston


A Lu, personagem virtual do Magalu, mudou a cor do cabelo pela primeira vez em 23 anos. A transformação foi realizada em parceria com a Koleston e apresenta a tonalidade 101, louro claríssimo acinzentado, da linha Koleston Deluxe, coloração permanente sem amônia.

Com mais de 32 milhões de seguidores nas redes sociais, a influenciadora passou a aparecer loira em seus perfis como parte da ação conjunta entre as marcas. Segundo as empresas, a iniciativa conecta a experiência de mudança de visual ao universo da inteligência artificial e às estratégias de comunicação no varejo.

De acordo com as companhias, a parceria une a presença da Koleston no ponto de venda à atuação da Lu no ambiente digital. A ação marca a primeira alteração no visual da personagem desde sua criação e integra a estratégia de comunicação das marcas.

“Essa parceria vai além de uma ação, ela representa uma inovação sobre o futuro da comunicação no segmento de beleza. Ao unir a expertise de Koleston em transformação de cor com o alcance e a relevância da Lu, mostramos que a inovação está no nosso DNA”, afirma Nathalie Honda, CMO da Wella Company.

“A mudança no visual da Lu está alinhada à estratégia do Magalu Ads, que prioriza parceria com marcas fortes, ações conectadas à realidade dos nossos consumidores e um impacto genuíno e inovador”, diz Celia Goldstein, diretora do Magalu Ads. “Temos confiança de que os novos cabelos da Lu serão uma bela amostra disso ao provocar um grande impacto e geração de valor de marca para o Magalu e a Koleston, principalmente, nas redes sociais”.

“Acreditamos que a Lu tem a capacidade de se renovar sem perder a essência. Essa transformação com Koleston mostra que nossa influenciadora é orgânica, vibrante e mesmo virtual é conectada com o mundo real”, afirma Aline Izo, gerente sênior de marketing, branding e comunicação do Magalu. “Retirá-la da sua zona de conforto visual é um movimento audacioso que reafirma o Magalu como um hub de criatividade e inovação que pauta a conversa nacional.”

Segundo as informações divulgadas, a mudança é sustentada pela performance da Koleston Deluxe, que oferece 100% de cobertura dos fios brancos e até 99% menos quebra. A fórmula combina ácido hialurônico, AHA e tecnologia de Purificação de Metais, que remove íons metálicos presentes na água para melhor resultado da cor.

Continue Reading

Notícias

Self-checkout no varejo: o que é, tendências e vantagens

Published

on

Self-checkout no varejo: o que é, tendências e vantagens


O self-checkout, também conhecido como autoatendimento, é um sistema cada vez mais comum em estabelecimentos comerciais, especialmente no varejo, que permite aos clientes escanear e pagar por seus próprios itens sem a necessidade de interação direta com um caixa humano. Esse método de pagamento automático tem ganhado popularidade devido à conveniência que oferece tanto para os consumidores quanto para os varejistas. Neste texto, exploraremos os diferentes aspectos do self-checkout, incluindo suas vantagens, desafios e impacto no setor varejista.

História e evolução do self-checkout

O conceito de self-checkout teve origem nas décadas de 1980 e 1990, quando as tecnologias de automação começaram a se tornar mais acessíveis e viáveis para o varejo. Os primeiros sistemas de autoatendimento eram relativamente simples, com escâneres de código de barras e métodos básicos de pagamento. No entanto, à medida que a tecnologia avançou, o self-checkout se tornou mais sofisticado, incorporando leitores de cartões de crédito/débito, reconhecimento de produtos por imagem e até mesmo pagamentos móveis.

No Brasil, a adoção do self-checkout ganhou força especialmente a partir dos anos 2010, acompanhando a modernização do varejo alimentar, de farmácias e de lojas de conveniência. Mais recentemente, o sistema passou a ser visto não apenas como uma solução operacional, mas como parte da estratégia de transformação digital e de melhoria da experiência do cliente, alinhada às novas expectativas de consumo.

Vantagens para os consumidores

Uma das principais vantagens do self-checkout para os consumidores é a conveniência. Com esse sistema, os clientes podem evitar filas longas nos caixas tradicionais, economizando tempo durante suas compras. Além disso, o autoatendimento oferece mais privacidade aos consumidores, pois eles podem escanear e pagar por seus itens sem a necessidade de interação direta com um atendente. Isso pode ser especialmente útil para pessoas que preferem uma experiência de compra mais rápida e discreta.

Outra vantagem significativa é a autonomia que o self-checkout proporciona aos clientes. Eles têm o controle total sobre o processo de pagamento, podendo verificar os preços dos itens, aplicar descontos e escolher a forma de pagamento de sua preferência. Isso contribui para uma experiência de compra mais personalizada e satisfatória.

Benefícios para os varejistas

Para os varejistas, o self-checkout oferece várias vantagens operacionais e financeiras. Em primeiro lugar, esse sistema pode reduzir o tempo de espera dos clientes nas filas, aumentando a eficiência do checkout e melhorando a experiência do cliente em geral. Isso também pode resultar em uma maior rotatividade de clientes e, consequentemente, em um aumento nas vendas.

Além disso, o self-checkout pode ajudar a reduzir os custos operacionais para os varejistas. Com menos necessidade de caixas humanos, as lojas podem realocar recursos para outras áreas, como atendimento ao cliente, marketing ou melhoria da infraestrutura tecnológica. Isso pode levar a uma maior produtividade e rentabilidade para o negócio.

Desafios e considerações do autoatendimento

Apesar de suas vantagens, o self-checkout também apresenta alguns desafios e considerações para os varejistas. Um dos principais desafios é a necessidade de manter a segurança do sistema, garantindo que os clientes não consigam escanear itens sem pagar ou aplicar fraudes durante o processo de checkout. Isso requer investimentos em tecnologias de segurança, como câmeras de vigilância e sistemas de detecção de fraudes.

Outro desafio está relacionado à aceitação e familiaridade dos clientes com o sistema de autoatendimento. Alguns consumidores podem sentir-se desconfortáveis ou inseguros ao usar o self-checkout, especialmente se não estiverem familiarizados com a tecnologia ou se preferirem a assistência de um caixa humano. Nesse sentido, é importante oferecer suporte e orientação aos clientes que optarem pelo autoatendimento, garantindo uma transição suave e positiva para esse método de pagamento.

Como implementar o self-checkout no negócio?

Implementar um sistema de self-checkout em uma empresa exige planejamento estratégico, investimento em tecnologia e treinamento adequado para garantir que a experiência do cliente seja eficiente e segura. Para facilitar a adoção, o processo pode ser organizado em algumas etapas fundamentais:

1. Avaliação de viabilidade

O primeiro passo é avaliar se o self-checkout faz sentido para o perfil do negócio. É importante considerar:

  • Fluxo de clientes;
  • Tipo de produtos vendidos;
  • Ticket médio;
  • Infraestrutura tecnológica disponível.

Empresas do varejo, especialmente supermercados, lojas de conveniência e redes de fast food, costumam se beneficiar significativamente dessa solução, pois ela reduz filas, melhora a experiência do consumidor e otimiza a operação.

2. Escolha da tecnologia adequada

Após a decisão de adotar o self-checkout, é essencial escolher a tecnologia mais adequada. O mercado oferece:

  • Totens simples com leitor de código de barras e pagamento por cartão;
  • Sistemas com múltiplos meios de pagamento;
  • Soluções avançadas com inteligência artificial e reconhecimento de imagem.

A escolha deve considerar o perfil do público-alvo, a complexidade do mix de produtos e a integração com os sistemas de gestão já existentes. A segurança também deve ser prioridade, já que o autoatendimento pode apresentar riscos de fraude ou erros operacionais.

3. Planejamento da instalação

A instalação dos equipamentos exige um planejamento detalhado, que envolve:

  • Definição da disposição física dos terminais;
  • Integração com sistemas de estoque e pagamento;
  • Organização do fluxo de clientes no ponto de venda.

Os terminais devem ser posicionados em locais estratégicos para evitar congestionamentos. Além disso, a interface do self-checkout precisa ser intuitiva, reduzindo a necessidade de intervenção de funcionários e aumentando a taxa de adesão dos consumidores.

4. Treinamento da equipe

Embora o objetivo do self-checkout seja reduzir a dependência de operadores de caixa, o papel da equipe continua sendo fundamental. Os funcionários devem ser treinados para:

  • Auxiliar clientes em caso de dúvidas ou dificuldades;
  • Resolver problemas técnicos rapidamente;
  • Monitorar transações e prevenir fraudes.

Esse suporte é essencial para garantir uma experiência positiva, especialmente durante o período inicial de implementação.

5. Comunicação com o cliente

Uma estratégia clara de comunicação ajuda a acelerar a adoção do self-checkout. A empresa deve investir em:

  • Sinalização objetiva;
  • Tutoriais simples;
  • Presença de funcionários para orientação no local.

Campanhas que destaquem benefícios como agilidade, redução do tempo de espera e maior controle sobre a compra contribuem para aumentar a aceitação da tecnologia.

6. Monitoramento e otimização contínua

Após a implementação, é fundamental acompanhar o desempenho do sistema. A análise de dados permite:

  • Identificar falhas operacionais;
  • Avaliar a satisfação dos clientes;
  • Ajustar layout, interface ou meios de pagamento.

Com base no feedback dos usuários, é possível realizar melhorias contínuas e maximizar os ganhos operacionais do self-checkout.

Impacto futuro do Self-Checkout no varejo

O self-checkout continuará desempenhando um papel significativo na transformação digital do setor varejista. Com o avanço das tecnologias de inteligência artificial e reconhecimento de imagem, podemos esperar sistemas de autoatendimento ainda mais sofisticados e intuitivos no futuro. Isso não apenas melhora a experiência do cliente, mas também proporcionará aos varejistas novas oportunidades de inovação e diferenciação no mercado.

Além disso, o autoatendimento tende a se integrar cada vez mais a estratégias omnichannel, conectando compras físicas a aplicativos, programas de fidelidade e meios de pagamento digitais. Isso permitirá que os varejistas coletem dados mais ricos sobre o comportamento do consumidor, otimizem o sortimento e personalizem ofertas em tempo real.

Assim, o self-checkout deixa de ser apenas uma tendência tecnológica e passa a ser um elemento central na estratégia de modernização do varejo, acompanhando as mudanças no comportamento do consumidor e as novas exigências por agilidade, autonomia e conveniência.

Imagem: Freepik

Continue Reading

Notícias

Skims inaugura flagship em Chicago e amplia presença física

Published

on

Skims inaugura flagship em Chicago e amplia presença física


A Skims inaugurou uma loja flagship no bairro Gold Coast, em Chicago. A unidade está localizada na Rush Street, no térreo de um edifício residencial de alto padrão, em um espaço que anteriormente abrigava um banco da década de 1960.

Com 1.900 metros quadrados distribuídos em dois níveis, o projeto foi desenvolvido pelo estúdio Rafael de Cárdenas Ltd. O espaço combina elementos arquitetônicos originais do imóvel com o design minimalista e a paleta de tons neutros da marca.

A nova loja amplia a presença física da Skims, que já conta com flagships em Los Angeles e Nova York, além de unidades na Cidade do México e em Dubai. A empresa informou que planeja abrir novas lojas em mercados estratégicos ao longo de 2026. Em novembro passado, a marca captou US$ 225 milhões em uma rodada liderada pela Goldman Sachs Alternatives, o que elevou sua avaliação para US$ 5 bilhões. A empresa declarou que está estruturando sua operação para se tornar “um negócio predominantemente físico” nos próximos anos.

No espaço de Chicago, uma escultura em grande escala de uma mulher reclinada, criada pela artista Vanessa Beecroft, ocupa posição central e pode ser vista da fachada envidraçada. Os produtos são apresentados em um sistema de exposição baseado em grade. Uma escada curva conduz ao nível inferior, onde estão a parede com os modelos de sutiãs da marca e expositores independentes sob um teto iluminado.

“Chicago tem um estilo incrível e uma comunidade vibrante, e abrir nossa primeira flagship aqui é algo muito significativo”, afirmou Kim Kardashian, cofundadora e diretora criativa da Skims. “Estamos entusiasmados em apresentar a Skims à cidade, convidando a comunidade para um espaço que homenageia o patrimônio arquitetônico de Chicago enquanto destaca nossa linguagem de design característica, experiências imersivas e o sortimento completo presencialmente.”

A loja oferece uma variedade de produtos femininos e masculinos, incluindo loungewear, underwear e shapewear. Coleções mais vendidas são apresentadas ao lado de lançamentos sazonais.

A unidade também disponibiliza itens exclusivos para o endereço do Gold Coast, com modelos em edição limitada desenvolvidos para a cidade. O ponto de venda contará ainda com lançamentos exclusivos ao longo do ano, incluindo a colaboração da marca com a Nike.

“Estamos muito satisfeitos com o crescimento contínuo do nosso negócio de varejo e com o forte ritmo que estamos observando nos Estados Unidos”, disse Jens Grede, cofundador e CEO da Skims. “Chicago é um mercado relevante com uma comunidade local ativa, e esta flagship nos dá um espaço dedicado para aprofundar essas conexões — apresentando nossas coleções completas, oferecendo produtos exclusivos em loja e criando experiências para nossos clientes.”

Fundada em 2019, a Skims opera atualmente 15 lojas físicas.

Continue Reading

Tendências

Todos os direitos reservado por snow-mallard-354842.hostingersite.com © 2025